sábado, 16 de agosto de 2008

Ambigüidade



Só mais um pouco, é sempre só mais um pouco. É claro que não Hugo, ontem foi dia ‘não’, rs. Pára de pensar nisso. Incrível como gosto de debates, talvez seja meu prazer em persuadir os outros. Puxa! Que nervoso, eu nem falei como deveria ter dito. Escreverei alguns pensamentos. Que mocinha simpática. Esse mundo deve estar contra mim. Hum, melhor andar. Momento de voracidade. Que encantador, dessa forma me ganham fácil. Lá vai a velha história do feitiço. E mais uma vez, expectativas. Na quarta série era tão mais fácil. Ilusão de ótica provavelmente. Eu poderia transcrever uma dessas. Mas em que parte do filme eu apaguei mesmo? Um café com leite enganador.



Alguns dados d'Esses pensamentos:
1. Complexos
2. Simples
3. Recíprocos

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Extritamente inabalável

Caminhada, alguns exercícios, um dia quase tão gelado quanto as noites sulinas.
As ruas nunca parecem tão longas quando tenta-se fugir de si mesmo. E quando não se encontra uma saída, variadas posições de fugas tornam-se cada vez mais viáveis.
Um sonho, uma personalidade, uma vida.
Quando é que pára e deixa de buscar o futuro? Deveria este confiar em algo mais? Estaria errando em fazer com suas próprias mãos?
Meio a tantos questionamentos, leva ao máximo sua vida na esportiva. E enquanto me rouba uma risada, maquino como chegar até você...

Just my lucky


Inconsciência, atitudes impensadas e um grande resultado em paciência. Já faz alguns dias que venho fazendo o que a meu ver seria o correto, e venho me queixar das coisas nem sempre darem certo. Venho, também, agradecer a mim mesmo pela compreensão e persistência em não desistir. Embora algumas coisas me tirem do sério, há umas belezas são bernardenses que me levam a desviar pensamentos impróprios para meu bem estar.
Minha futilidade vem aumentando com o tempo, a distância parece uma terapia e estar ocupado com um narcisismo interior me faz não ligar com ‘o redor’.
Entre vícios, obrigações e dispersadas estou indo, e de passo em passo, criando mudanças.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Outono fora de época


Outra noite, em seguida, outros pensamentos, ainda que, com intervalos duradouros dando-lhe controle total sobre o desconhecido. Nasceu de uma manhã de atitudes quase impensadas, movidas apenas pela coerência da vida.
Sentiu falta do acolhimento de uma natureza imaginária quando a luz conflitou suas trajetórias inconscientes, e ofereceu-o ao dia. Notou, então, sua devoção à terapia cotidiana, e parou para notá-la ao transcrever esses vultos num papel em plena cinética de um ônibus. Quando o último grão caiu, despertou uma multidão alvoroçada (ainda que esta não tenha diferenciado as coisas). Encantou-se com as árvores secas, elas tinham muito o que lhe dizer, sentiu, também, saudade do frio que evitou sua nobreza nesses últimos tempos.
Preocupado demais com suas futilidades conseguiu, enfim, parar de pensar, e tal ato trouxe-lhe a calmaria desejada. Ainda que fraco para expressar o que realmente é, segue vivendo num universo paralelo a este e nada é suficientemente forte para feri-lo.

Sente-se num vão entre ele e o que o move a ser o suposto ‘ele’...

sábado, 9 de agosto de 2008

Tempo, tempo, mano velho!

Eu sempre imagino que meu equilíbrio está aqui, besteira, o que o faz é a falta do que pensar ou, talvez, a falta de tempo para isso. Nesse longo tempo vago cai em mim mesmo e me vi sem controle próprio, é mais difícil do que pensei que fosse possui-lo, e buscarei mais disso nos próximos dias.
Encontrei refúgio em letras pensadas por outras cabeças, viver em outro mundo me colocou ocupado o bastante para ‘o pensar’. E estou, enfim, de volta à rotina, logicamente, sinto-me grato ao tempo pela terapia.
Um pouco de responsabilidades exige dez por cento desta em prazeres, e, ainda, que não gaste essa imensidão de tempo para isso, reconheço sua importância.
Hora de buscar pensamentos e, logo, repassá-los com um redundante toque de Ceregato. Meio aos ódios, melancolias e exageros...